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Casa conjugada é opção de investimento

Dois imóveis e uma parede em comum. Esta é a principal característica das casas conjugadas. Este tipo de empreendimento integra residências com mesmo tamanho e fachadas idênticas em um único terreno, lado a lado. Por serem projetadas para ocuparem de forma otimizada o lote, este estilo de construção é uma boa opção de aposta para pequenos empresários que pretendem ingressar no mundo dos negócios imobiliários.

É o caso do gestor de pessoas Cláudio Marcelo Silva. Após ter passado mais de seis anos morando no Canadá trabalhando na construção civil, percebeu que, com o dinheiro juntado no exterior, poderia investir em algo com rápido retorno financeiro. Quando ainda estava em dúvida no que aplicar, um amigo, com uma experiência semelhante à sua, sugeriu uma sociedade e a proposta de construir duas casas, sendo elas conjugadas, em um terreno. “Com nossa vivência profissional em Toronto, verificamos que este tipo de obra, conhecidos como TownHouses, tem a capacidade de preencher bem um lote. Cientes que cada metro quadrado (m2) custa dinheiro, achamos esta a melhor alternativa para aproveitar ao máximo os recursos que temos”, diz.

O pernambucano parece otimista com seu primeiro empreendimento imobiliário, que está sendo construído em Campina Grande, na Paraíba. “A obra teve início no mês passado e a previsão de conclusão é para setembro”, conta. Cláudio Marcelo mantém sigilo quanto ao capital que está investindo, mas diz que as habitações terão 58 m2 e custarão R$ 105 mil cada.

De acordo com o vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-PE), José Antônio de Lucas Simon, esse tipo de empreendimento não faz parte do foco de atuação das grandes construtoras. “Essa não é uma tendência de mercado, na verdade é uma solução inteligente e rentável de pequenos empresários”, afirma. Ele também diz que edifícios nada mais são que residências conjugadas verticalizadas. E acrescenta ser difícil mapear em quais bairros do Recife há um maior número de casas geminadas, justamente porque a maioria das pessoas que as construíram não tendem a frequentar associações.

Quem concorda com Simon sobre o fato de casas conjugadas serem como os apartamentos, porém construídas em condomínios na horizontal, é a dona de casa Jandira Marinho de Lima. Desde 1981 morando em uma vila de residências com paredes em comum no bairro da Imbiribeira, ela diz adorar o formato de sua habitação. “Acho que o espaço é bem aproveitado e ainda conto com a sorte de ter quintal e terraço para cuidar de minhas plantas. Algo que não teria se vivesse em um edifício”, conta.


Fonte: Folha de Pernambuco – Recife/PE – ECONOMIA – 31/08/2012


Minha Casa, Minha Vida eleva limite de imóvel financiado para R$ 190.000,00

O conselho curador do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) elevou o valor máximo dos imóveis financiados de R$ 170 mil para R$ 190 mil pelo programa de habitação popular Minha Casa, Minha Vida. O novo teto vale para o Distrito Federal e para as regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro.

Conheças as regras do programa Minha Casa, Minha Vida

Para as demais capitais e municípios com mais de 1 milhão de habitantes, o teto passou de R$ 150 mil para R$ 170 mil.

Nos municípios que têm de 250 mil habitantes a 1 milhão de habitantes, o valor foi atualizado de R$ 130 mil para R$ 145 mil. O mesmo vale para outras regiões metropolitanas.

Já nas cidades cuja população varia de 50 mil a 250 mil habitantes, o teto subiu para R$ 100 mil para R$ 115 mil. Nas demais, passou de R$ 80 mil para R$ 90 mil.

Segundo os conselheiros, o objetivo é corrigir os valores pela inflação e permitir com que o programa continue atendendo demanda da classe média nessas cidades, que tiveram forte aumento no preço dos imóveis. A correção, de 13%, foi com base no INCC (Índice Nacional da Construção Civil) de agosto.

Além do teto maior dos imóveis, o conselho também elevou de R$ 3.100 para R$ 3.275 o limite de renda mensal das famílias que terão direito a subsídio na compra de imóveis. Também foi reajustado de R$ 23 mil para R$ 25 mil o valor do subsídio.

O conselho ainda aprovou a redução da taxa de juros de 8,16% para 7,16% mais TR para as famílias de renda mensal entre R$ 3.275 e R$ 5.000, a chamada faixa 3 do programa, que quase não tem subsídio. Para essa faixa de renda, o principal benefício é não pagar pelo seguro atrelado ao financiamento.

Foram beneficiadas também com a redução de juros as famílias com renda entre R$ 2.325,01 e 2.455,00, cuja taxa cai de 6% para 5%, e com renda entre R$ 3.100,01 e R$ 3.275,00, que caiu para 6% ao ano.

O conselho se reuniu na tarde desta quinta-feira em Brasília.

FGTS

De acordo com o Ministério do Trabalho, nas transações imobiliárias no âmbito do FGTS, a renda familiar pode chegar a R$ 5.400,00. Nesse caso, porém, a taxa permanece em 8,16% para rendas superiores a R$ 5.000.

“As medidas são importantes para impedir a redução no ritmo da construção civil, pois informações do agente operador Caixa demonstram um recente decréscimo no número de lançamentos imobiliários. Além disso, o conselho observou que as medidas podem ser aprovadas preservando-se a sustentabilidade do FGTS”, disse o ministro do Trabalho, Brizola Neto.

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Minha Casa Minha Vida

MINHA CASA MINHA VIDA

O conselho curador do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) elevou o valor máximo dos imóveis financiados de R$ 170 mil para R$ 190 mil pelo programa de habitação popular Minha Casa, Minha Vida. O novo teto vale para o Distrito Federal e para as regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro.

Conheças as regras do programa Minha Casa, Minha Vida

Para as demais capitais e municípios com mais de 1 milhão de habitantes, o teto passou de R$ 150 mil para R$ 170 mil.

Nos municípios que têm de 250 mil habitantes a 1 milhão de habitantes, o valor foi atualizado de R$ 130 mil para R$ 145 mil. O mesmo vale para outras regiões metropolitanas.

Já nas cidades cuja população varia de 50 mil a 250 mil habitantes, o teto subiu para R$ 100 mil para R$ 115 mil. Nas demais, passou de R$ 80 mil para R$ 90 mil.

Segundo os conselheiros, o objetivo é corrigir os valores pela inflação e permitir com que o programa continue atendendo demanda da classe média nessas cidades, que tiveram forte aumento no preço dos imóveis. A correção, de 13%, foi com base no INCC (Índice Nacional da Construção Civil) de agosto.

Além do teto maior dos imóveis, o conselho também elevou de R$ 3.100 para R$ 3.275 o limite de renda mensal das famílias que terão direito a subsídio na compra de imóveis. Também foi reajustado de R$ 23 mil para R$ 25 mil o valor do subsídio.

O conselho ainda aprovou a redução da taxa de juros de 8,16% para 7,16% mais TR para as famílias de renda mensal entre R$ 3.275 e R$ 5.000, a chamada faixa 3 do programa, que quase não tem subsídio. Para essa faixa de renda, o principal benefício é não pagar pelo seguro atrelado ao financiamento.

Foram beneficiadas também com a redução de juros as famílias com renda entre R$ 2.325,01 e 2.455,00, cuja taxa cai de 6% para 5%, e com renda entre R$ 3.100,01 e R$ 3.275,00, que caiu para 6% ao ano.

O conselho se reuniu na tarde desta quinta-feira em Brasília.

FGTS

De acordo com o Ministério do Trabalho, nas transações imobiliárias no âmbito do FGTS, a renda familiar pode chegar a R$ 5.400,00. Nesse caso, porém, a taxa permanece em 8,16% para rendas superiores a R$ 5.000.

“As medidas são importantes para impedir a redução no ritmo da construção civil, pois informações do agente operador Caixa demonstram um recente decréscimo no número de lançamentos imobiliários. Além disso, o conselho observou que as medidas podem ser aprovadas preservando-se a sustentabilidade do FGTS”, disse o ministro do Trabalho, Brizola Neto.